Exposição “Entre Livros e Memórias: a Biblioteca do Fundador” homenageia José Alves Monteiro

O Município do Fundão irá promover, entre os dias 9 de junho e 30 de setembro de 2026, no Museu Arqueológico Municipal José Monteiro, a mostra “Entre Livros e Memórias: a Biblioteca do Fundador”, dedicada à memória biográfica e bibliográfica de José Alves Monteiro, fundador do Museu do Fundão e figura incontornável da valorização, estudo e preservação do património histórico e arqueológico do concelho.
 
A exposição reúne uma seleção representativa do acervo bibliográfico deste notável fundanense, permitindo ao público conhecer parte do universo que acompanhou a sua atividade enquanto investigador, arqueólogo, etnógrafo, colecionador e divulgador da história local e regional.
 
Através dos livros que constituíram a sua biblioteca pessoal, a mostra procura evidenciar os interesses, as referências e os percursos de conhecimento que marcaram uma vida dedicada ao património e à cultura.
 
Esta iniciativa integra o programa de homenagem promovido pelo Município do Fundão no âmbito das comemorações do Dia do Concelho, que se assinala a 9 de junho. Nesse mesmo dia, pelas 11h45, será inaugurada, no Largo Dr. Alfredo da Cunha, uma estátua evocativa de José Alves Monteiro, perpetuando na memória coletiva o contributo de uma personalidade que desempenhou um papel determinante na vida cultural do Fundão. Está, também, associada ao programa “RE-CORDARE – Re-sentir a cultura e o património no território transfronteiriço”.
 
No contexto da exposição será igualmente apresentado, às 15h00, no Museu, o catálogo “Entre Livros e Memórias”, publicação elaborada a partir de uma seleção das obras mais significativas da biblioteca de Alves Monteiro.
 
Ao revisitar a biblioteca pessoal do fundador do Museu do Fundão, a exposição propõe uma reflexão sobre o papel dos livros na construção do conhecimento, na investigação histórica e na preservação da memória.

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Festival Gastronómico “Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores da Cereja”

O Município do Fundão está a promover, de 1 a 30 de junho de 2026, o festival gastronómico “Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores da Cereja”, em 14 restaurantes, quatro pastelarias e dois bares do concelho do Fundão.
 
Neste festival irão participar os restaurantes As Tílias, Cantinho dos Grelhados, Cascata, Com.Paixão, Hermínia, O Lagar, O Pecado do Convento, Paladar’te e 1º de Janeiro (todos no Fundão), Fiado Restaurante (Janeiro de Cima), Papas e Migas (Alcaria), Casa Cunha Leal Restaurante (Alcaide), My Lord (Aldeia de Joanes) e Degusta-me Petiscos (Alpedrinha).
 
As pastelarias aderentes serão a Almma, Arte e Doce e Flor do Fundão (Fundão) e Mais Que Pão (Silvares). Relativamente a bares irão participar O Espanhol (Carvalhal – Valverde) e o Sítio do Vale – Tapas & Wine (Fundão).
 
Este festival irá proporcionar a todos a possibilidade de experimentar pratos criados ou recriados, doces e bebidas que tenham como elemento fundamental a Cereja do Fundão.
 
O Festival Gastronómico “Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores da Cereja” não é apenas uma celebração do nosso paladar, tratando-se de uma homenagem aos produtores, ao produto e à identidade das gentes do concelho do Fundão. É o momento perfeito para visitar a região, desfrutar das paisagens pintadas de vermelho e viver uma experiência sensorial única.
 
Poderá consultar as ementas e todas as informações do festival em https://saboresdacereja.visitfundao.pt.

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Fornada 2026 realiza-se no Telhado

Irá realizar-se, entre os dias 21 de maio e 22 de junho de 2026, na Casa do Barro, no Telhado, a iniciativa "Fornada", que visa reforçar a participação da comunidade nas atividades desenvolvidas pela Casa do Barro.
 
Com ateliers de Roda de Oleiro, impressão 3D, decoração com engobes e outras técnicas, pretende-se fomentar e facilitar a reativação de um conjunto de dinâmicas com os habitantes da localidade do Telhado e da região.
 
A atividade terá diferentes momentos. A primeira fase refere-se à produção de peças, com diversas atividades e técnicas, nomeadamente ateliers, roda oleiro, potes, impressão 3D e engobes. De seguida terão lugar diversas oficinas técnicas como “Bonsais”, “Vidrados”, “Rakú” ou “Talhas”. Por fim irá proceder-se à enforna e cozedura das peças produzidas nas diversas ações desenvolvidas na Casa do Barro no forno tradicional. Poderá consultar o programa completo em anexo.
 
Nesta atividade irão participar formadores como Alberto Azevedo, Carlos Lima, Vasco Baltazar, José Miguel, Alexandra Silva, Catherine Serra e Ivo Santos.
 
 
Nos dias 21 e 22 de junho, irá decorrer o Mercado da Louça, com venda e mostra de louças e animação local. De referir, ainda, que no dia 21 de junho terá lugar o lançamento do livro de poesia “Aphar”.
 
A casa do Barro desenvolve um trabalho de valorização das artes e ofícios tradicionais da aldeia do Telhado, que representam as vivências, os saber-fazer ancestrais, a identidade e a cultura da aldeia e do concelho do Fundão, contribuindo para o seu desenvolvimento económico, social e cultural e que pretende atrair artistas de todo o mundo e procura o desenvolvimento e promoção da cerâmica contemporânea no país.
 
Com esta iniciativa pretende-se contribuir para a preservação das artes e ofícios do concelho, numa ótica de diferenciação adaptada às vivências atuais, onde a criação, face à interseção de diferentes artes, possibilitará o surgimento de novas áreas de expressão cultural e artística.
 

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Fundão assinala Dia Internacional dos Museus evocando Hugues de Varine

De forma a assinalar o Dia Internacional dos Museus, o Município do Fundão, através do Museu Arqueológico Municipal José Monteiro, irá inaugurar a exposição “Hugues de Varine – Unidor de Tempos e de Mundos”, que pode ser visitada a partir do dia 18 de maio de 2026, segunda-feira, no Museu Arqueológico.
 
Com esta iniciativa o Município do Fundão associa-se ao tema definido este ano pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), “Museus a Unir um Mundo Dividido”, e dá a conhecer o percurso e os contributos de Hugues de Varine para o desenvolvimento da museologia contemporânea. O museólogo francês defendeu o património cultural como vetor de um desenvolvimento verdadeiramente integrado, promovendo museus enquanto instituições culturais interligadas e em cogestão com as comunidades. A exposição destaca igualmente as ligações de Hugues de Varine ao território da Cova da Beira e ao concelho do Fundão.
 
Hugues de Varine for diretor do ICOM entre 1965 e 1974, tendo sido pioneiro na criação de ecomuseus e museus comunitários. Em 2021, Hugues de Varine doou o seu fundo documental ao Município do Fundão, acervo que estará brevemente disponível para consulta e estudo no CETMOPA – Centro de Estudos do Território, Mobilidades e Património.
 
O Dia Internacional dos Museus é celebrado anualmente a 18 de maio em mais de 150 países, por iniciativa do ICOM, com o objetivo de “reforçar o papel dos museus como espaços de intercâmbio cultural, compreensão mútua e construção de sociedades mais inclusivas e informadas”.
 
Segundo o ICOM, o tema deste ano “integra-se igualmente nas comemorações dos 80 anos da instituição e alinha-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, sublinhando o “contributo essencial dos museus enquanto espaços de diálogo, mediação e construção de pontes entre diferentes comunidades, gerações e visões do mundo”.
 

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