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Debate sobre o Solar Vaz de Carvalho no Museu e recolocação de brasão no Solar

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No âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

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No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano subordinado ao tema “Património Cultural: de geração em geração”, irá ter lugar, no dia 20 de abril, sexta-feira, às 21.00h, no Museu Arqueológico Municipal José Monteiro, no Fundão, a conversa aberta “Do Solar Vaz de Carvalho ao Colégio de Santo António".
 
Nesta conversa Antonieta Garcia e Eduardo Saraiva, conhecedores da história contemporânea da cidade, irão apresentar as suas leituras e memórias de um dos edifícios mais emblemáticos da zona histórica, recentemente adquirido pela Autarquia.
 
Construído em 1735 pelo Desembargador do Paço José Vaz de Carvalho, personalidade que esteve na génese da autonomia municipal do Fundão, a casa passou para a posse de Joaquim de Macedo Pereira Forjaz de Gusmão que mandou picar as armas da família Vaz de Carvalho e construiu no interior uma capela, que hoje se encontra em mau estado de conservação.
 
A partir das memórias individuais e geracionais, a ação irá incluir também uma visita virtual ao antigo palácio, entrando-se em contacto com as suas primitivas áreas domésticas e com algumas particularidades arquitetónicas, como por exemplo a capela, o sótão e a fonte monumental.
 
Para Alcina Cerdeira, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal do Fundão, “esta atividade de redescoberta de um dos principais monumentos existentes na zona antiga reforça o nosso objetivo em preservar o rico património cultural da cidade. A zona histórica do Fundão está a ser alvo de uma requalificação social que junta a recuperação das suas atividades comerciais tradicionais e de vizinhança, com a arte e com a cultura. A Rua da Cale é o eixo vertebrador desta ação e a refuncionalização do antigo solar Vaz de Carvalho assume uma grande importância no reforço da imagem patrimonial desta zona”.
 
No âmbito do programa de atividades estabelecido pelo Município associadas ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e ao Ano Europeu do Património Cultural, um brasão do século XVIII, que se encontrava há décadas afastado do seu local original, vai ser recolocado no edifício do qual durante séculos fez parte. O brasão encimava o portão principal do solar Vaz de Carvalho e tem esculpidas as armas dos Macedos, Castelo-Branco, Feios e Costas, revelando a Carta de Armas concedida a 15 de junho de 1603.
 
Em 1947 foi oferecido ao Museu do Fundão, onde esteve exposto até à renovação do espaço em 2004. É agora reincorporado no espaço público através de uma instalação a inaugurar, no dia 18 de abril, quarta-feira, pelas 17.00h, numa das antigas lojas que existiam na frente voltada para a rua da Cale, na zona histórica do Fundão.
 
Sobre este monumento, Pedro Salvado, diretor do Museu, diz que “esta composição é uma das mais originais e de assinalada qualidade artística do conjunto heráldico regional. É uma excelente obra de cantaria que agora vai ser devolvida à sua geografia histórica vital. Esta ação assume para nós um grande valor simbólico num ano europeu do património cultural. Há muitas peças que fazem parte da coleção do Museu que vão ser enquadrados no seu antigo ambiente arquitetónico. O Museu incorpora é certo, mas também devolve, fortalecendo a espessura cultural da paisagem do quotidiano”. 

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